O tipo de um campo personalizado determina como a informação será preenchida no negócio. Escolher bem reduz variações de escrita e evita que a equipe registre o mesmo dado em formatos incompatíveis.
Essa decisão precisa ser feita antes da criação: o meuats não permite alterar o tipo de um campo existente. Renomear o campo depois não muda seu formato.
Em vez de partir de um nome genérico, pense em um exemplo real de preenchimento. “Detalhes” pode representar uma observação livre, uma data ou uma lista de interesses, e cada caso pede um tipo diferente.
Considere também como a informação será consultada. Quando a equipe precisa comparar opções padronizadas, um campo de texto livre pode produzir muitas grafias para o mesmo significado.
Não crie um campo personalizado para substituir um dado padrão que já atende à necessidade. Os campos extras devem acrescentar informação, não duplicar classificações.
Texto curto serve a informações breves que precisam de liberdade de escrita. Texto longo é adequado a explicações mais extensas, em que reduzir o conteúdo a uma alternativa fixa prejudicaria o registro.
Um código de referência pode precisar de texto mesmo quando contém somente dígitos. Se zeros iniciais ou letras fazem parte da identificação, não o trate automaticamente como uma quantidade numérica.
Da mesma forma, telefone e outros identificadores não devem ser escolhidos como número apenas porque são compostos por dígitos. Pense no significado do dado e nos campos padrão disponíveis.
Número é adequado quando o valor representa uma quantidade, como uma medida ou uma contagem. O tipo não transforma o campo em uma fórmula nem cria cálculos automáticos por si só.
Data é a escolha quando a informação representa um dia, como uma data prevista relevante à negociação. Não misture nesse mesmo campo uma data em alguns negócios e uma quantidade de dias em outros.
Se a pergunta for “em quantos dias?”, um número pode fazer sentido. Se for “em qual dia?”, a data expressa melhor o que a pessoa deve preencher.
Seleção única permite representar uma alternativa entre opções cadastradas. Use quando as respostas se excluem, como uma faixa que deve ter apenas um valor vigente.
Seleção múltipla permite marcar mais de uma opção. É adequada quando o negócio pode ter vários interesses simultâneos dentro da mesma classificação.
Os tipos de seleção aceitam de uma a dez opções. As alternativas precisam ser distintas e não podem se repetir. Planeje os nomes para que a equipe não precise escolher entre duas opções com significado praticamente igual.
Sim ou não é adequado quando existem duas respostas claras. Evite esse tipo se o processo precisa distinguir estados como aguardando análise, aprovado e recusado.
Também não confunda falta de informação com uma resposta negativa. Se ninguém verificou o dado, a equipe não deve preencher “não” apenas para concluir o cadastro.
Quando o assunto exige mais estados, uma seleção única pode representar melhor a situação. A escolha deve preservar o significado operacional do registro.
Na janela Novo campo personalizado, revise Nome do campo e Tipo do campo juntos. Um bom nome orienta o conteúdo; o tipo orienta o formato.
Se perceber o erro depois da criação, não exclua imediatamente o campo para refazê-lo. Verifique se há negócios preenchidos: excluir faz esses registros perderem o valor salvo naquele campo.
Planeje uma substituição consciente quando necessária e revise filtros ou automações que utilizem a informação. Criar outro campo com o mesmo nome não garante recuperação ou migração dos dados antigos.

Para transformar essa escolha em configuração, consulte: